"Eu sei que a minha missão como poeta é dar brilho ao sol em dia de chuva. Sentir a leveza da pluma sem tocá-la. Sentir o perfume das flores sem aspirá-las. E poder falar: sou poeta, não por
ilusão e sim por direito, sensibilidade, vocação." Jonas F. Ferreira

Sexta-feira, Fevereiro 24





ALEXANDRE BEANES - 12:35 PM

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Quinta-feira, Fevereiro 9



A alma só se acalma quando ama
A corrente chama
O mar diz vai...
Por onde o verso avisa
Onde bate a brisa
A saudade cai

Desarma a dor do peito
Desanda o imperfeito
Grita, esperneia, conclama.
A onda ainda habita
O céu que nada engana:
A alma só se acalma, amor, quando ama.

ALEXANDRE BEANES - 9:22 AM

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Quarta-feira, Fevereiro 1



DA SÉRIE: VISIBILIDADE PARA OS PEQUENOS AZUIS

I

Isso sem nome,
nobre,
e pequeno altivo,
tem sangue
tem sombra
tem sorte
ruga
rosto
e lugar cativo.

Isso que sobra,
morno,
e salto forte,
tem rota
tem rua
tem crivo
surta
solto
e falta a morte.

Isso sem nome
e que sobra,
é nuance de
nuance azul.
É honra
a beira alta.
É no peito todo,
inteiro,
mas sem lugar comum.

(viva os pequenos azuis).



Aquele Novo no Ar. Tema: Morte. Encarem-na!

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