SAÚDE, AMOR e FÉ!
ALEXANDRE BEANES - 10:55 AM
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Quinta-feira, Dezembro 15
O QUE ME RESTA
(Parceria com meu irmão Flávio Duarte)
O que me resta, amor,
Senão morrer como quem ama...
Desalinho, caminho torto
No porto, no ninho
Na rota sem rumo
Sem prumo, na corda
Bamba do samba
Da vida cigana
Essa doidivanas vida
De quem ama
O torto fazer do sumo
Doce engano, assumo
O resto do resto do assunto
Que é a predileção
Por morrer de amar.
O que me resta, amor,
Senão morrer de desejo
E amor...
Ainda que seja
Para ser delator
Dessa dor que esmaga
A vida
Desse tanto que desarma
E cativa
Desse muito que me dói
E sangra...
O que me resta, amor,
Senão morrer como quem ama...
Morrer assim
Como o que derrama
Como o que precipita,
E grita, e se agita,
E se inflama...
Morrer assim, criança,
Assim como quem ama...
O que me resta, amor,
Senão morrer de ti.
ALEXANDRE BEANES - 9:19 AM
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Segunda-feira, Dezembro 5
Eu não podia deixar passar em branco.
Tinha que passar em branco e preto!
É TETRA!!!!!
ALEXANDRE BEANES - 11:37 AM
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Quinta-feira, Dezembro 1
SEXTO
Tenho um amor de
espera
sem sobressaltos
incomuns
(apenas os condizentes
com o fato de esperar)
que roda a
Bem-amada
afaga,
mesmo quando
não sente ou
julga ser só
o vento
a tocar-lhe a nuca
e arrepiar seus pêlos.
Tenho um amor de
espera
que ronda a sua
casa
por meio nobre
da oração
bendita sois vós...
relutante.
Tenho um amor
de sal e vinho
que trouxe a
poesia
para os momentos
de espera...
a mesma que
desfruta do amor.


